










Disputa entre duas carreteras. - A carretera que esta mais atrás ( Chevrolet 34 Corvette ) mais tarde seria adquirida pelo piloto Caetano Dominiani.CARRETERAS ? NÃO ........ CUPECITAS ? TAMPOCO
ENTÃO O QUE É ? ......... QUÉ ENTONCES ?
Na verdade, são os conhecidos LEGENDs CARs muito populares nos Estados Unidos, Inglaterra e Austrália. As carrocerias (bodies) são moldadas no estilo dos carros Ford, Chevrolet e Dodge da época pré segunda guerra (tal como as cupecitas) porem na escala 5/8 do modelo original.
Estes carros são impulsionados por um motor Yamaha de 1250 cc (selados) com 122 HP a uma taxa de compressão de 10:1 Max.
São homologados pela FIA – Federação Internacional de Automobilismo.
Qualquer semelhança destes carros ,com a “ Stock Junior Brasileira” que também são impulsionados por motor de moto, fica só na semelhança estética. Em termos de competitividade a Legends Cars é bem superior, e seu custo chega a ser da ordem de 50% do custo de um carro da “Stock Car Junior Brasileira” ( coisas de Brasil ).
bandeirada para largada da série final
o arcaico Chevrolet 1929 de Ricardo Peduzzi, que andava acima dos 130 km/h.
o instante que Galbato perdia a roda de seu Ford, na série final e prestes a passar Jorge CupeiroCLASSIFICAÇÃO FINAL
1. lugar Jorge Cupeiro ................... Chevy II
2. lugar Luis Di Palma ................... Dodge Valiant
3. lugar F. Urriti ............................. Volvo
Média do vencedor – 136,502 km/h
Melhor volta – Jorge Cupeiro 1m19s - 141,633 km/h
Uma amostra do nivel das corridas. As disputas por uma determinada posição nunca envolviam menos do que quatro carros.
Pela minha anotação na foto, este TC, é um FORD pilotado por Carlos Pairetti. Logo atrás disputando a posição vem um Torino na sua forma normal, preparado para TC.
mais uma disputa por posição entre dois TCs.Um fato muito interessante; o maior domínio, eram dos carros com motor Tornado ; as TCs Liebres Tornado e ... os Berta Tornado ( sim os Bertas do famoso Orestes Berta ).
Outro fato que me chamou atenção na época, foi a presença marcante da TV na transmissão da corrida (fato que era raríssimo de acontecer aqui no Brasil) e o entusiamo do público, apesar do frio intenso que fazia.
A melhor volta da prova considerando as cinco séries foi de 1 min 3 seg. a uma velocidade de 176,360 km/h, realizada pelo piloto Luis Di Palma com um Berta Tornado.

Participação do Nelson Marcilio em uma das Mil Milhas da decada de 60, aqui travando uma disputa com uma Alfa Romeo Giulieta pilotada por Emilio Zambello.corrigindo: Carretera de Orlando Menegaz ( na foto a esquerda seu sobrinho Rui Menegaz e a direita Edinho Bertão - filho do grande az Italo Bertão ) na pista do aeroclube de Passo Fundo. contribuição de Graziela Rocha.


Apesar da lenda histórica corrente nos pampas platenses de que o número 13, sempre trazia azar, o piloto Rubén Roux com a sua "cupecita" La Negrita levando o famoso número, triunfou de ponta a ponta a prova de Tandil, a despeito de toda supertição em torno do mesmo.