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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

NOS TEMPOS DAS CARRETERAS - 14

Para aqueles que acreditavam que as Carreteras ou como os argentinos chamam CUPECITAS, era um previlégio somente de nos brasileiros do Sul, dos argentinos e de uns poucos uruguaios estavam enganados. Já em 1955 no lendário autodromo de Daytona Beach, as queridas Carreteras ou Cupecitas, por lá davam o " ar " de suas graças, como podemos ver nas fotos que seguem:









segunda-feira, 30 de novembro de 2009

NOS TEMPOS DAS CARRETERAS - 13

TC - CUPECITAS
una pasion eterna
Esta matéria contempla exclusivamente as máquinas que competiram e ainda competem no Turismo Carretera Argentino. Dedico ao meu amigo R. Aguillera e aos seguidores deste blog que independentemente da nacionalidade curtem estas adoráveis clássicas máquinas de corrida. É também uma homenagem aos mecanicos, pilotos e todos aqueles que de alguma forma um dia contribuiram para que estes fantásticos Cupês trouxessem ao público a emoção da velocidade do arrojo e perícia.

obs – Para a elaboração e montagem do clip, o autor recorreu às seguintes fontes: site argentinos; tc-replica, cupecita e tcbonarense e ainda; anotações e fotos do acervo do meu amigo particular R. Aguillera e matérias das revistas Corsa e Automondo.




terça-feira, 24 de novembro de 2009

ANOS DOURADOS 14 - Recordar é viver


4 Horas de Curitiba - Vale tudo ( Simca espremendo um Deka )


Chegada do piloto Nelson Marcilio em uma Três Horas de Interlagos
Carretera do Nelson Marcilio em frente aos antigos boxes de Interlagos

Carretera do lendário Francisco ( Chico ) Landi atravesssado no "S" em Interlagos


Dava gosto de ver, sentado em cima do barranco

Um pega entre a carretara do Vitorio Azalim e um Gordini
( devia ser o Terra Schmit )

terça-feira, 17 de novembro de 2009

ANOS DOURADOS 13 - Recordar é viver

MIL MILHAS BRASILEIRAS - 1961

Disputa entre duas carreteras. - A carretera que esta mais atrás ( Chevrolet 34 Corvette ) mais tarde seria adquirida pelo piloto Caetano Dominiani.


DKW Vemag, pilotado por Luis Antonio Greco e Juvenal Terra.

Carretera 58 pilotada por Antonio Carlos Avalone e Antoniuo Carlos Aguiar

DKW Vemag de Eduardo Scurachio entrando na antiga curva UM

domingo, 25 de outubro de 2009

NO TEMPO DAS CARRTERAS - 12

A ULTIMA NOTICIA QUE EU TIVE DESTA CUPECITA, É QUE A MESMA ESTAVA SENDO LEILOADA NO E-BAY.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

NO TEMPO DAS CARRETERAS - 11

CARRETERAS ? NÃO ........ CUPECITAS ? TAMPOCO

ENTÃO O QUE É ? ......... QUÉ ENTONCES ?

Na verdade, são os conhecidos LEGENDs CARs muito populares nos Estados Unidos, Inglaterra e Austrália. As carrocerias (bodies) são moldadas no estilo dos carros Ford, Chevrolet e Dodge da época pré segunda guerra (tal como as cupecitas) porem na escala 5/8 do modelo original.
Estes carros são impulsionados por um motor Yamaha de 1250 cc (selados) com 122 HP a uma taxa de compressão de 10:1 Max.

São homologados pela FIA – Federação Internacional de Automobilismo.

Qualquer semelhança destes carros ,com a “ Stock Junior Brasileira” que também são impulsionados por motor de moto, fica só na semelhança estética. Em termos de competitividade a Legends Cars é bem superior, e seu custo chega a ser da ordem de 50% do custo de um carro da “Stock Car Junior Brasileira” ( coisas de Brasil ).

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

NO TEMPO DAS CARRETERAS - 10

MAIS UMA PARA OS FÃS DAS CARRETERAS - ESTA É PORTENHA

Esta, me foi passada por um amigo que também é um ardente fã das carreteras, e que por uma destas gratas surpresas da vida, tive a satisfação de conhece-lo em uma corrida de RC Elétrico disputada em Curitiba. Contrariando o ditado que diz que somente os opostos se atraem, neste caso a mesma paixão pelas carreteras foi o disparo para uma grande amizade. Mas voltando ao que interessa, este episódio aconteceu na cidade de Buenos Aires num determinado sábado de maio de 1966. O local, Autódromo de Buenos Aires e a disputa; uma prova promovida pelo Buenos Aires Moto Club.

Porém: o que havia de diferente entre "esta" e outras tantas provas que lá aconteciam, e que aqui merece ser contada como um "causo".

É que uma grande “marmelada” estava sendo preparada para beneficiar um dupla famosa de pilotos da terra originando ai, uma grande gritaria dos demais pilotos.
Na Argentina, uma corrida é subdividida em séries classificatórias que vão constituir o grid da série final. E neste contexto, após a famosa dupla ( no Turismo Carretera sempre corre um piloto e um co piloto) ter terminado uma das séries de forma "mais ou menos - o carro rateava muito no final" , foi dada a mesma um tempo maior que o estabelecido no regulamento, para que a tal dupla pudesse reparar o seu carro. Bate boca pra lá, bate boca pra cá (argentino quando dá para bater boca, sai de baixo) houve um atraso de mais de uma hora para a série final. Nos finalmente, “pero que si – pero que no” para não negar aquela milonga muito conhecida aqui no Brasil que tudo acabou em pizza, a série final acabou saindo.
O mais interessante disto tudo é: sabem quem venceu a corrida? A “famosa dupla” Jorge Cupeiro e Juan Manuel Bordeu, com o seu Chevy II modificado e devidamente reparado.

bandeirada para largada da série final

o arcaico Chevrolet 1929 de Ricardo Peduzzi, que andava acima dos 130 km/h.

o instante que Galbato perdia a roda de seu Ford, na série final e prestes a passar Jorge Cupeiro

CLASSIFICAÇÃO FINAL

1. lugar Jorge Cupeiro ................... Chevy II
2. lugar Luis Di Palma ................... Dodge Valiant
3. lugar F. Urriti ............................. Volvo

Média do vencedor – 136,502 km/h
Melhor volta – Jorge Cupeiro 1m19s - 141,633 km/h

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

NO TEMPO DAS CARRETERAS - 09

As carreteras sempre exerceram sobre mim um fascínio que acabou criando o sonho de " um dia" aportar em terras platenses, para ver de perto estas joias mecanicas que os gauchos nos anos 50 adotaram com muita competência e garra.


Este dia, "um determinado dia do ano de 1970" chegou e aconteceu. Já com meus 22 anos de idade, com o Brasil Tri Campeão Mundial de Futebol e demitido do estágio em Mecanica, resolvi tirar alguns dias para esfriar a cuca, e seguir este meu sonho.
Através de um voo com o VISCOUNT da PLUNA , aportei numa tarde de quinta feira em Buenos Aires, e hospedei me, em um daqueles hoteis cuja as estrelas estão só no céu. Já sabia que dali a dois dias iria ocorrer " una carrera de TCs em Cordoba, más precisamente no autodromo de Oscar Cabalén". De Buenos a Cordoba seguiu em um "autobus" com o tempo cronometrado para chegar a tempo de ver as tais TCs de perto, assistir la carrera, dar uma volta em Cordoba e voltar dormindo no autobus a Buenos, pois a grana que eu tinha não era lá essas coisas para bancar mais um hotel.
Finalmente depois de muitos papos, planos e conversas com a turma aqui em São Paulo, estava eu lá na Argentina, frente a frente com as TCs e os grandes volantes oriundos da escola Juan Manuel Fangio.
Eu mesmo não acreditava, mas sentia dentro de mim uma emoção sem fim e ao mesmo tempo, um certo orgulho de estar lá.
As TCs (turismo carreteras) já não eram mais as "cupecitas" ou seja aqueles coupes que há muito conheciamos aqui no Brasil. As TCs de agora dos anos 70 mais pareciam carros protótipos, com carrocerias aerodinamicas, mas com um ronco que em muito lembravam os V8 das chevrolet corvette do Camilo, Justino de Maio, Caetano Daminiani , Andreattas e de outros herois nacionais.
O acesso ao boxe era franqueado a todos os "fanáticos de las carreras" que assim como eu, com suas "cámaras" (máquina fotográfica - a minha era uma Yashica tipo caixote ) a tira colo, iam registrando tudo o que lhes era valioso e interessante .
Esta total liberdade e a atenção prestada ao público pagante (lá todos pagavam - não havia hospitality center e nem furão) talvez seja a razão histórica do sucesso do automobilismo argentino que sempre atrai milhares de pessôas aos seus autodromos e circuitos de estrada.
Os grandes nomes "idolos" tais como; Luis Di Palma, Carlos Pairetti, Gaston Perkins e outros lá estavam, disponiveis e solicitos, a atender os "seguidores de seus fans club" (torcida organizada, tal como no futebol).
A "carrera" em si, era uma das provas do campeonato argentino de TC (Turismo Carretera), com a particularidade da prova ser composta por cinco séries de 50 voltas cada, computando se a soma de tempos. Enfim quase um dia inteiro de corridas sempre muito disputadas e com grande quantidade de competidores.
Largada de uma das séries - sempre com grande número de competidores.

Uma amostra do nivel das corridas. As disputas por uma determinada posição nunca envolviam menos do que quatro carros.

Pela minha anotação na foto, este TC, é um FORD pilotado por Carlos Pairetti. Logo atrás disputando a posição vem um Torino na sua forma normal, preparado para TC.

mais uma disputa por posição entre dois TCs.

Um fato muito interessante; o maior domínio, eram dos carros com motor Tornado ; as TCs Liebres Tornado e ... os Berta Tornado ( sim os Bertas do famoso Orestes Berta ).
Outro fato que me chamou atenção na época, foi a presença marcante da TV na transmissão da corrida (fato que era raríssimo de acontecer aqui no Brasil) e o entusiamo do público, apesar do frio intenso que fazia.
A melhor volta da prova considerando as cinco séries foi de 1 min 3 seg. a uma velocidade de 176,360 km/h, realizada pelo piloto Luis Di Palma com um Berta Tornado.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

NO TEMPO DAS CARRETERAS - 08

Sequência de três fotos do piloto Nelson Marcilio, que iniciou sua carreira de corredor nos anos 60. Apesar de ser de São Paulo, sua estreia deu se em uma corrida no Rio Grande do Sul. Notabilizou pelas constantes e vitoriosas participações nas corridas de força livre realizadas em Interlagos - São Paulo e em especial nas tradicionais corridas de longa duração como as Mil Milhas Brasileiras.


Participação do Nelson Marcilio em uma das Mil Milhas da decada de 60, aqui travando uma disputa com uma Alfa Romeo Giulieta pilotada por Emilio Zambello.

Foto da carretera Chevrolet Corvette n. 1 de Orlando Menegaz na prova 500 Km de Porto Alegre - Circuito Pedra Redonda - RS 1962

corrigindo: Carretera de Orlando Menegaz ( na foto a esquerda seu sobrinho Rui Menegaz e a direita Edinho Bertão - filho do grande az Italo Bertão ) na pista do aeroclube de Passo Fundo. contribuição de Graziela Rocha.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

NO TEMPO DAS CARRETERAS - 07

Argentina, novembro de 1966, " Cicuito de Tandil"



Apesar da lenda histórica corrente nos pampas platenses de que o número 13, sempre trazia azar, o piloto Rubén Roux com a sua "cupecita" La Negrita levando o famoso número, triunfou de ponta a ponta a prova de Tandil, a despeito de toda supertição em torno do mesmo.
O carro, era um cupe Chevrolet, com um motor Chevy V8 superpreparado com comando Iskanderian e demais implementos exclusivos da receita argentina de preparar carreteras.

sábado, 1 de agosto de 2009